quinta-feira, 10 de agosto de 2017

Capítulo 07: Fúria Divina


Nisso, o povo começou a correr, em choque com aquilo, sem entender ao certo o que estava acontecendo e o que estava prestes a acontecer. A batalha estava oficialmente interrompida. Shizui e a mulher com quem lutava ficaram parados, perplexos enquanto os homens de preto davam tiros e mais tiros, e o povo corria em disparada, tentando fugir do que se assemelhava a um ataque terrorista.

Mas alguma coisa estava fora de nosso controle. Ninguém parecia sair de dentro da sala. Espichei-me para enxergar melhor o que estava acontecendo, quando dou de cara com aquele sorriso psicopático de Caitlin Hall, coberta de negro e púrpura, bloqueando as saídas.

— A Festa Acabou? — Gritou ela, do outro lado. — Não, não, não... Ela está só começando...

~Sun

- Lady Cailtin? - Me esforço para proferir as palavras. Eu e White já imaginávamos que a mulher poderia estar envolvida, mas vê-la ali, ao vivo e com aquele sorriso fez a ficha cair. A mulher era do mal, não havia duvidas. Ela se afasta da porta e começa a caminhar em direção ao palco, onde eu e White estamos.

Lunala ainda estava no teto, recebendo tiro dos 4 companheiros de Cailtin. Mas não eram simples tiros, as armas pareciam ter sido tiradas de uma serie de ficção cientifica e tinham um brilho alaranjado. Porém mesmo aquelas armas especiais não pareciam afetar o ser celeste. As balas que atingiam suas asas sumiam do nada e as que atingiam o corpo faziam pouco mais que arranhar.

- O que você pensa que está fazendo? - Grita White, ao meu lado. Ela sempre foi mais forte que eu nesse quesito, eu sempre me deixava ser levado pelas pessoas. Acreditava que todas as pessoas eram boas.

- Você acha que vou revelar meu plano para os Campeões de Unova? - Disse ela, se aproximando ainda mais, sem temer nada. O povo se encolheu nos cantos do local, deixando o centro aberto, todos temendo a fúria divina e os projeteis que não paravam de cair depois de atingir o corpo esquelético do Deus. - Eu já tive que cuidar de um Campeão, não será grande coisa cuidar de mais dois.

Um arrepio corre por minha coluna. Já suspeitava que o Campeão estivesse morto, mas ele poderia ter sido morto pelos Deuses. Então havia sido Caitlin e ela não tinha medo de revelar. Ela esperava sair com a vitória dali, entretanto não era esses os meus planos.

- Se você acha que não iremos lutar está enganada! - Grito, com o microfone na mão. White já pega duas pokébolas na mão e Marlon e a mulher que batalhava contra ele também se preparam. Procuro por Jesse, ele também iria querer participar daquilo.

Então eu o vejo. Ele esta parado em frente a porta, impedindo a passagem do povo. Ao seu lado está um enorme Pokémon, preto e rosa, com um olhar inexpressivo.

- Não pode ser. - Cochicho, sem acreditar. Minha voz se amplificada por conta do microfone e todos olham para Jesse, acompanhando meu olhar.

- Jesse? - Grita White, também abismada.

Em meios aos sons grotescos de Lunala e ao barulho de tiros, a risada de Caitlin enche o salão.

- Vejo que vocês conheceram meu filho. - Diz Cailtin, se divertindo com tudo aquilo. - Kyle Hall - Ela aponta para o jovem, que havia passado dias conosco, contando piadas, vivendo aventuras, correndo risco de vida. Jesse, ou Kyle, balança a cabeça, sem sorrir, confirmando. 

Olho nos fundos dos olhos do garoto, mas ele desvia o olhar, olhando para o chão.

- Seu mentiroso covarde! - Grito, pulando do palco, com uma pokébola já na mão.

~Moon

O raio do Persian veio em minha direção e eu me joguei no chão, a tempo de eu desviar e ele passar reto. Haunter não foi tão ligeiro, mas isso pouco importou. O ataque atravessou seu corpo e foi atingir a parede atrás de nós. O ataque do tipo Normal não afetava o Pokémon fantasma.
- Haunter segure-o com o Confusion! - Grito e os olhos do fantasma começam a brilhar. Passo minha atenção para Drampa, que também estava batalhando contra o Persian de Caitlin. O felino da mulher era resistente e dono de um poder incrível, estava sendo difícil lidar com ele, por isso eu tinha que atacar com tudo! - Dragon Breath!
Enquanto o corpo de Persian é segurado pelos poderes psíquicos de Haunter, Drampa dispara uma rajada de fogo azul que atinge em cheio o adversário. Caitlin não tem tempo para pensar em uma fuga, já que sua atenção estava voltada para Marlon e a outra mulher.

- Maldita hora que fui deixar minhas pokébolas em casa! - Resmunga Marlon. Ele e sua companheira de batalha lutavam contra o Eevee e o Kangaskhan da líder de GYM do mal apenas com os Pokémons que haviam usado antes, na batalha do Festival Pomaikai.

- Wimpod: Hydro Pump outra vez! - Gritou Marlon, visivelmente irritado com tudo aquilo.
A mulher desconhecida, que me era vagamente familiar, estava olhando fascinada para Lunala e se esqueceu da batalha por um segundo. Tempo suficiente para o Eevee criar e lançar uma Shadow Ball em seu Pokémon, que parecia uma cópia estranha de um Pikachu.
Não esperei para ver se o Hydro Pump havia acertado, nem o estado do Pokémon da mulher. Persian já havia se recuperado e ele nem precisava de comandos da treinadora. O Pokémon tinha uma fúria e determinação enorme dentro dele e atacava sem parar, enquanto Caitlin estava ocupada comandado os outros Pokémon. Black também estava bastante ocupado. Ao lado de Popplio ele lutava contra Jesse e seu Pokémon, tentando liberar a porta para toda aquele gente sair. Todos estavam imprensados contra a parede, vagando seus olhos das batalhas para o deus, do deus para as batalhas.

Dei uma espiada para o alto e vi a mesma coisa de antes. As asas que parecia um céu noturno e estrelado aberto, cobrindo boa parte do telhado recebiam a maioria das balas atiradas pelos capangas de Caitlin, mas não parecia abalar o Pokémon divino. Na verdade ele parecia estar se divertindo, apenas esperando se cansar antes de resolver tudo.

Aquele pensamento me fez arrepiar e acabei perdendo o foco da batalha e como a outra mulher, que havia se distraído com a visão do alto, meu Pokémon foi atingindo em cheio.
Persian havia criado uma garra negra e se lançou contra Haunter, que dessa vez se feriu gravemente.

- Drampa, aproveite que ele estão perto e use o Hyper Beam!
O dragão deixou sua aparência calma e tranquila e arriçou seus pelos, pulando alto e começando a carregar o poderoso raio laranja. A força de Drampa é enorme e não demorou muito para ele lançar o raio, que atingiu as costas de Persian e o empurrou contra o piso, que desabou e levou o Pokémon ao chão.
- Isso! - Comemorei, ao ver que Persian estava fora de combate. Porém logo parei de festejar, não havia tempo para isso. Black ainda batalhava contra Jesse, mesmo ele, o campeão de Unova, estava tendo dificuldade com o outro e Marlon e sua companheira não estavam em situação melhor. E ainda havia a população da cidade, que estava no salão quando o ataque começou, era preciso tira-los dali logo. Algo iria acontecer, meu sexto sentido estava me avisando e não era nada bom.

~Phoebe

Como diria meu querido irmão, depois de morar tanto tempo em Unova, "SHIT"!
Aquele era um momento sagrado e agora tudo estava profanado. As pessoas não paravam de gritar e chorar, enquanto as batalhas continuavam. Todos meus Pokémon, que eu usava nas batalhas como Elite, haviam ficado na casa de nossa família. Era tradição do Festival Pomaikai que as batalhas em oferenda aos Deuses só fosse usado Pokémon nativos de Alola. Por isso eu só havia trazido meu querido Mimikyu e agora ele estava nocauteado e eu a mercê dos Pokémon daquela terrível mulher, que ousava perturbar os Deuses.
- Estou cansada de intromissão de vocês, líderes de GYM, campeões e Elite dos 4! - Falou a mulher, que eu sabia ser uma líder de GYM também, Lady Cailtin, era chamada. Ela desonrava o título e envergonhava o nome da Liga Pokémon. Além de cometer o pior pecado de todos. - Eevee use o Swift nessa daí! Kangaskhan use o Dizzy Punch para derrotar o Wimpod!
Marlon me olhou, apreensivo. Wimpod estava quase desmaiando e não havia como nos proteger e nem as pessoas atrás de nós, que se encolhiam de pavor.
Kangaskhan começou a girar e acertou Wimpod varias vezes e o jogou longe, nocauteando. Já Eevee lançou várias estrelas da cauda. Elas brilhavam e eu sabia como eram afiadas e como iriam machucar.
Uma enorme língua apareceu e lambeu as estrelas, que foram todas capturadas. O dono da língua apareceu e mesmo que Swift não o afetasse, ele parecia ter sido afetado de algum jeito, porque não estava bem.
Ao seu lado surgiu um Drampa e sua treinadora. Naquele momento eu achei que finalmente o jogo havia virado. Era o fim de Caitlin, ela seria derrotada. Porém eu não levei algo em conta: a fúria divina!

~Hérmia

Eu nunca fui muito boa com armas. Meu lance era com Pokémons. Me coloque em qualquer batalha que eu saberia qual o movimento mais efetivo, qual tipo seria mais fraco contra meu oponente. Eu saberia até a habilidade do meu adversário e com certeza iria bolar alguma estratégia para revidar. Mas me dê uma arma e você me verá perguntando para qual lado a bala sai. Ainda mais aquelas armas. Juan nos havia dado hoje mais cedo, dizendo que havia comprado não sei aonde, que eram as melhores armas do mercado. Kilgry me passou as instruções e eu aprendi o básico, mas não dava para aprender a atirar de uma hora pra outra.
Por isso, a maioria das balas que eu atirava atingiam o teto e não o enorme Pokémon que estava apoiado numa viga. As balas acabaram e eu voltei a recarregar o pente, do jeito que Kilgry havia ensinado.
Tentei levantar a arma novamente, mas ela era muito pesada. Meus braços estavam moles e mal aguentavam o objeto letal. Levantei os olhos e vi o mundo girar. Eu não entendia o motivo daquele mal estar. Meu tratamento estava funcionando e eu não passava mal fazia tempo. Nem mesmo naquele dia, quando tudo começou a desabar eu passei mal.
A arma caiu da minha mão e eu olhei para o alto. As asas de Lunala exibiam constelações, era como o espelho do céu noturno. De repente um terceiro olho surgiu em sua cabeça e o mundo desapareceu.

~Jesse

Black parecia um pouco irritado. Talvez muito irritado. Eu havia perdido as contas de quantos nomes diferentes e impróprios o campeão de Unova já havia dirigido contra minha pessoa. Eu não o culpava. Eu havia o feito de idiota, qualquer um ficaria irritado. Porém o que eu acho que mais o deixava frustrado era que ele estava perdendo a batalha.
- Weeeeaaaarrrr! - Rugiu o urso que tinha cara de fofo, mas que escondia uma fúria e um poder esmagador.
-  Popplio use o Water Gun novamente! - Falou Black, com os olhos atentos, com certeza pensando já no próximo movimento. Mesmo que o treinador de Popplio fosse um Campeão, o Pokémon não correspondia ao poder dele. Enquanto eu era um treinador mais fraco comparado a Black, meu Bewear era muito mais poderoso.
O ataque apenas molhou os pelos negros e rosados do Pokémon. Era hora de finalizar. Os Bewear eram conhecido pela força dos seus braços. Diziam até que seu abraço quebrava troncos. Imagina só um ataque então?
- Bewear, use o Hammer Arm!
Uma aura laranja de energia surgiu em torno do braço de Bewear e caiu como um martelo sobre Popplio, esmagando-o contra o chão.
- Não! - Gritou Black, pegando seu Pokémon no colo. Ele estava pronto para disparar outra onda de xingamentos, quando algo estranho aconteceu.
Um brilho surgiu do teto, vindo de Lunala e de repente tudo se silenciou. Malena, Kilgry e Quorin pararam de atirar, Hérmia já havia parado antes. A batalha que acontecia entre minha mãe e White também parou e até os gritos e soluços e foram interrompidos.
Todos estavam esperando, não sei o que, mas quando Hérmia começou a gargalhar, era isso que todos esperavam.
- Seus tolos! - A voz era de Hérmia, mas a garota nunca havia usado aquele tom de voz. Não soava como ela. Não era ela. - Vocês esperavam me enganar? Humanos idiotas!
Hérmia parou de falar e caiu. Quorin e Kilgry correram para segurá-la. Em algum lugar na multidão outra voz se levantou:
- Ideia desprezível! - A voz pertencia a um idoso, todo trajado para o Festival. - Uma armadilha, para mim? O Supremo Lunala?
- Vocês podem ter enganado Solgaleo. Ela foi fraca. Vocês a atacaram durante a noite, enquanto ela estava sem o poder do sol. Foi pega de surpresa. - Continuou outra voz, dessa vez não consegui ver quem era o dono, mas era outra voz masculina.
- Mas eu estava preparado. - Falou White. Seus olhos não expressavam nada e sua voz parecia empregada de ódio. - Já esperava seu ataque, tola Caitlin. - Disse, agora assumindo um tom zombeteiro.
- Vocês esperavam me capturar à noite? - Falou mais um homem, ele segurava a mão de uma criança, certamente o filho, que o olhava assustado, não reconhecendo o próprio pai. - Meu poder está no auge, ainda mais depois de receber o poder de uma batalha em minha homenagem. - O homem apontou para Marlon e Phoebe, os dois que haviam batalha no começo do Festival em homenagem aos deuses.
A voz passou para a criança e ela continuou: Vocês despertaram minha ira e irão pagar por isso. - A ameaça quase soava tola na voz infantil do menino, mas todos temiam aquelas palavras. - Todos irão pagar pelo erro de alguns, então corram! Antes que seja tarde demais!
Assim que a voz cessou, a multidão despertou. A gritaria voltou e todos correram em direção a única porta. Onde eu estava. Chamei Bewear, para ele voltar a bloquear o caminho, mas o Pokémon não parecia me escutar. Ele olhava para Lunala e mesmo sem expressar nada, ele parecia hipnotizado.
Olhei para os outros 4 Pokémon que estavam presente ali. Drampa, Haunter, Kangaskhan e Eevee também olhavam para o Pokémon celestial, que brilhava, como a lua cheia, no seu momento de maior esplendor.
Com um rugido que deve ter sido escutado em toda a ilha, o teto do lugar explodiu para cima. A luz das estrelas e da lua entraram no lugar, enquanto Lunala voava para longe, deixando o caos para trás.
O povo se espremia para passar pela porta e eu voltei a chamar Bewear e dessa vez ele se voltou para mim, com os braços abertos. Pela primeira vez eu temi o Pokémon que até então eu sempre achei encantador.

~Marlon

Após o grandioso, e apavorante, espetáculo de Lunala, o deus se afastou voando em direção ao céu noturno. O povo tentando fugir e foi isso que eu fiz também. Seguindo a maré de corpos em direção a porta, levei algumas cotoveladas e muitos empurrões. Eu não via a hora de sair daquele lugar amaldiçoado.
Lunala havia impregnado o caos no lugar e ele ficaria difamado para sempre. Todos os meus amigos de Unova iriam rir se me ouvisse falar desse jeito. Porém era o que eu acreditava e a prova eu vi quando cheguei perto da porta.
O garoto que estava barrando a saída até pouco tempo atrás estava encostado contra a parede, tremendo. Em seu olhar havia o verdadeiro pavor e ele olhava fixamente para seu Pokémon, que avançava de braços abertos contra ele.
- O que você está-tá fa-fazendo Bewear? - Disse ele, falhando a voz, com medo. - Eu e você somos amigos. Eu te criei desde pequeno.
O garoto tentava em vão convencer o Pokémon, que continuava avançando. Achei que o garoto era um tolo por não tentar fugir ou chamar outro Pokémon. Entretanto, só mais tarde fui entender. Se meu querido Carracosta avançasse contra mim eu também iria ficar paralisado. Eu vi o pequeno Tirtouga voltar à vida, depois de milhares de anos como um fóssil. Eu o criei, vi crescer e evoluir.
A última coisa que vi antes de ser levado pela onda de pessoas foi o enorme Pokémon fechando seus poderosos braços em torno do frágil corpo do rapaz.

~Caitlin

Tudo havia saído errado. Como aquilo foi acontecer? Lunala havia escapado e meu segredo estava arruinado. Agora os Pokémon estavam sobre o efeito hipnótico do tal deus dos Alonianos. Sun e Moon, como eu havia primeiramente conhecido, lutavam contra seus próprios Pokémons. Antes mesmo que meu Kangaskhan e Eevee dessem problema, retornei-os e dirige meu olhar para minha equipe. Kilgry tinha Hérmia nos braços, com Malena e Quorin ao lado deles. Procurei por Kyle, foi então que eu vi.
Todo meu ódio e frustração pelo plano ter falhado sumiu. Não vi quando as lágrimas surgiram, nem quando eu gritei e corri até onde Kilgry estava com o corpo de Hérmia e peguei a arma que a garota tinha deixado cair.
Havia varias pessoas por perto, mas eu não me importei com isso. Tudo que importava era meu filho. E lá estava ele, gritando de dor, em meio aos braços do seu próprio Pokémon.
Com a visão embaçada pelas lágrimas, eu puxei o gatilho. Várias pessoas gritaram ao redor, antes de Bewear cair, finalmente largando meu filho.
Corri até seu corpo, mole e sem força.
Ele estava morto. Meu querido Kyle estava morto. Morto!
Acordei do devaneio com Malena me balançando. Escutei ela falando algo sobre polícia e Quorin pegou o corpo mole de Kyle no colo.
- Seus miseráveis! - Eu precisava explodir, soltar toda minha raiva e quando os campeões Black e White se aproximaram, eu soltei tudo. - A culpa é de vocês. Vocês mataram meu filho! -  Gritei, entre lágrimas.
- A culpa é sua. - Falou Black, com sua esposa apoiada em seu ombro, ainda debilitada. - Você matou seu próprio filho.
Não houve tempo para respostas. Malena me puxou. Não havia o que dizer, eu sabia que era verdade. Meu filho estava morto e eu havia o matado. Porém eu não iria ficar me lamentando. Eu iria agir.


Pokémon Sol & Lua: A Missão – Escrito e publicado originalmente em Julho de 2016 sob o título "Pokémon SL Adventures". – A cópia, venda ou redistribuição desse material é totalmente proibida. Pokémon e todos os respectivos nomes aqui contidos pertencem à Nintendo.

Ao escrever a fanfic, os autores não estão recebendo absolutamente nada, ou seja, esta é uma produção artística sem absolutamente nenhum fim lucrativo. A fanfic foi projetada apenas como uma forma de diversão, de entretenimento e passatempo para outros fãs de Pokémon. ~



Capítulo escrito por Joka
A fanart acima foi encontrada na internet, NESTE Link.
A outra fanart de Lunala utilizada no capítulo foi encontrada NESTE Link.
Todos os créditos vão para os artistas.

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